Aniversário do Doug

— por Nemo em 21.12.10

No começo de novembro tivemos uma boa chance de pôr à prova nossos genes masculinos. O ex-presidente do centro acadêmico, ex-sindicalista, ex-guerrilheiro, aquele que (des)organizou a ocupação da prefeitura do campus da usp-rp, mas que agora é um mero mestrando, propôs um desafio: celebrar seu aniversário em um tour que começaria por um boteco na isalubre rodoviária, passaria pelos mais sombrios bares da baixada, percorreria os do centro e terminaria no Bar do Zé, degustando as comidas e bebidas típicas, e uma cerveja pra dar uma arrebatada nisso tudo.

Desafio aceito!

Na rodoviária, os cachaceiros, tímidos, foram chegando aos poucos e vinham de toda parte. Alguns parece até que sairam do boeiro. Mas o que importa é que marcaram presença!

A conta foi parar na mão do presidente do cafi. Pena que o caixa tá vermelho.

Daí seguimos, a pé, ao primeiro boteco que alaga quando chove na baixada. Ovo cozido pra todo mundo dar uma equilibrada, pois a noite seria longa. Vejam a cara de satisfação do Tevez.

A próxima parada foi o boteco do jukebox, onde tivemos desentendimentos com o cafetão, pois uma de suas mulheres flertou nosso amigo Tevez. Ela, inclusive, realizou o pilão giratório do Zangief, manobra que só se encontra no mais alto nível de domínio da arte da sedução.

Confira o Pilão Giratório do Zangief. Estejam atentos, o vídeo é supercurto mas na verdade ela realiza o movimento de rotação algumas dezenas de vezes, mas nosso sistema visual é incapaz de acompanhar, tal é a habilidade da moça.

Mas conseguimos alcançar o centro em menos de 2 horas, e logo fizemos a primeira parada. Era o boteco das tattoo de aranha. Agora todos precisavam de uma tatuagem na cara pra passar pro próximo nível. Nenhum caboclo arredou o pé.

Nossa quinta parada foi fina, de alto nível: o Cine Clube Cauim. Ali ganhamos reforços.

O cauim foi tipo um hotel de luxo na vida de um mochileiro. Em pouco tempo tivemos que voltar para a dura realidade estudantil e encaramos logo um jiló em conserva no Boteco que o Zé vai depois que o Bar do Zé fecha. Incrível!

Notem que o jiló poderia facilmente ser utilizado como um molde na aula de neuroanatomia.

Em seguida fomos pra um boteco sem nome, onde comemos um doce de batata e viramos mais pinga. Nesse momento era a moeda da sorte que estava decidindo nossas ações.

Depois disso, enfim, chegamos ao Bar do Zé para começar a segunda metade da comemoração.

Teve bolo. Teve nariz no bolo. E tudo que uma festinha de criança poderia desejar.

Doug comendo o pão com pimenta. O Julião, pela cara, desaprovou.

Por fim, após 13 horas de comemoração, só os fortes sobreviveram:

2 comentários

John disse:

só gostosa!!!

Ópera do Malandro + Desafio Machesa 2 | i'm lost | www.imlost.com.br disse:

[...] Champions League. Visca el Barça: outro show! E por último, foi realizado o II Desafio Machesa (ver o primeiro). Confiram algumas fotos do dia, ficarei devendo [...]

Comente!